Cartinha aberta a Marcia Tiburi

Marcia, querida, como vai?

Este é para dizer que queremos tanto entrevistar você!

Ainda que o seu livro Como Conversar com um Fascista tenha dito tudo, dialogar é sempre bom. Como você mesma diz, é essencial, em qualquer situação, mesmo naquelas de desamor (o que definitivamente não é o caso aqui). Citamos o desamor só para lembrar uma frase sua maravilhosa deste texto na Revista Cult: 

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